terça-feira, 28 de novembro de 2017

8 dicas para escolher um bom software livre para sua empresa


Escolher um software livre nem sempre é tarefa fácil. Geralmente existem algumas alternativas, cada qual com seus pontos fortes e fracos. Quando o software é para sua empresa, então, a tarefa é ainda mais difícil. Você não vai querer investir esforços e tempo na adoção de um software para só depois descobrir que a escolha não foi boa. O que pode ser feito para diminuir esse risco? As dicas abaixo podem ajudar.

1. Projeto está ativo

A primeira coisa a ser verificada é o projeto de desenvolvimento do software. Muitos projetos são abandonados depois de algum tempo. É claro que um projeto pode ser abandonado a qualquer momento. Mas outra coisa é adotar um software que já esteja abandonado. Para evitar que isso aconteça, consulte o site do projeto (Github etc). Verifique se ele ainda está ativo, ou seja, se existe alguma atividade recente (novas versões, commits etc).

2. Projeto é maduro

A maioria dos projetos geralmente é abandonada no seu início. Assim, escolher um projeto maduro diminui o risco de ele ser abandonado no médio prazo. Há quanto tempo um projeto precisa existir para ser considerado maduro? Bom, isso é muito subjetivo. Mas acredito que um projeto com pelo menos dois anos já seja um excelente ponto de partida. Projetos maduros, além de terem uma expectativa de vida maior, costumam ter menos bugs.

3. Comunidade está ativa

Um projeto de software não é formado apenas pelos seus desenvolvedores. Para existir, ele depende também de uma comunidade de usuários. Assim, é importante que exista um fórum ativo. A quantidade de moderados e de usuários de um fórum diz muito sobre o software em questão. Existem posts recentes? Os posts recentes estão sendo respondidos? O fórum está em inglês?

Caso não exista um fórum, talvez exista uma lista de distribuição para troca de e-mails.

4. Documentação

Você não pode depender apenas da comunidade para tirar suas dúvidas. É importante que exista um mínimo de documentação (roteiros de instalação, configuração etc...). É bom que essa documentação esteja disponível e atualizada de acordo com as últimas versões do software. Se a plataforma de documentação for colaborativa (Wiki etc...), melhor ainda.

5. Registro de bugs

Nenhum projeto é perfeito. Então precisa existir uma forma de a comunidade fornecer feedback sobre os bugs e problemas encontrados. A melhor forma de se fazer isso, na minha humilde opinião, é por meio de um site de registro de bugs (Jira, Bugzilla, Tracker etc...).

6. Internacionalização colaborativa

Uma boa forma de expandir a adoção de um software é se preocupando com a sua internacionalização. Se ela for colaborativa, a chance de isso ocorrer vai ser ainda maior. Verifique se existe alguma plataforma onde a comunidade possa colaborar com a internacionalização do software (Transifex etc...).

7. Suporte técnico

Utilizar software livre geralmente é muito mais barato do que obter licenças de um software proprietário. Mas como qualquer outro software, existe uma curva de aprendizado para dominar a configuração da ferramenta. Pode acontecer das pessoas na sua empresa que possuem esse capital intelectual saiam. Por isso, dependendo da situação, talvez sua empresa precise contratar um suporte técnico para manter as coisas funcionando. Ter um software livre é bom, mas poder contar com um suporte técnico quando você precisar é ainda melhor. Então é prudente verificar se existem empresas que possam prestar esse tipo de serviço para uma eventualidade.

8. Blog sobre novidades

Em alguns casos os desenvolvedores mantém um blog para falar das novidades das últimas versões e, melhor ainda, do roadmap do que será lançado no futuro. Fica muito mais fácil adotar um software sabendo dessas coisas, então é algo certamente desejado.


domingo, 26 de novembro de 2017

Garage Sale Guará II Brasília DF

Alguns itens abaixo precisam ser retirados pelos compradores entre os dias 22 e 26 de janeiro de 2018 e pagos no momento da retirada (ou reservados com pagamento antecipado). Para mais informações envie um e-mail para samuel.casimiro@gmail.com. Não envie mensagem para perguntar se o item foi vendido. Os itens já reservados serão marcados aqui. Anúncios também no OLX. Os itens maiores (geladeira, mesa, estante e cama) precisam ter a retirada agendada em dia certo (regra do condomínio).



Bancada Tok&Stok escritório mdf branco 167x75x45cm (LxAxP) 

 

Preço nova: R$1500,00
Preço aqui: R$700,00

Vendo bancada de escritório em mdf branco.
Adquirida na Tok&Stok há cerca de 5 anos.
Largura: 167cm
Altura: 75cm
Profundidade: 45cm
Reforço no fundo: 14,5cm (útil para parafusar uma régua de energia)
Espessura MDF pés: 4cm
Foto ilustrativa: a bancada da imagem é semelhante, só que 145cm de largura.

Cabem dois computadores lado a lado para duas pessoas trabalharem juntas, ou um computador e uma impressora. De brinde, acompanha um pequeno móvel de apoio que cabe dois gabinetes de computador ou uma impressora para usar abaixo da bancada.

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Quadro cortiça mdf branco 160x67x10cm (LxAxP)   *** VENDIDO ***



Preço novo: R$300,00
Preço aqui: R$100,00

Vendo quadro de cortiça feito sob medida em mdf branco de 1,5cm.
Largura: 160cm
Altura: 67cm
Profundidade: 10cm na parte de baixo e 20cm na parte de cima
Fixação: possui 3 ganchos para fixação na parede (pode também ser parafusada tranquilamente)

A parte de baixo pode ser usada para apoiar material de escritório (ex.: porta canetas) e a parte de cima serve como prateleira para objetos maiores.

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Puffs baú quadrados preto e roxo   *** VENDIDO ***




Preço unitário novo: R$150,00
Preço dos dois aqui: R$50,00

Vendo dois puffs baú, um na cor preta e outro roxo.
Adquiridos há cerca de 5 anos.
Largura: 40cm
Altura: 42cm
Profundidade: 40cm
Assento: com espuma
Abertura: superior
Pés: plástico

Excelente para servir de banco e também guardar alguns objetos. Amplo espaço interno.

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Kit revelação de filmes (negativos) químicos D-76 e C-41   *** VENDIDO ***








Preço dos químicos, tanque e carretéis na FreeStyle: cerca de R$200,00
Preço de tudo isso aqui: R$100,00

2 litros de fixador já preparado
2 litros de revelador D-76 já preparado
400ml revelador D-76 usado algumas vezes
400ml fixador usado algumas vezes
1 litro de mistura com detergente
Resto de água destilada
Funil de plástico grande (necessário para preparar os químicos)
Tanque de revelação de inox com capacidade para dois carretéis (bobinas) de 35mm
2 carretéis (bobinas) de inox
Kit de químicos para revelação colorida processo C-41 (nunca abertos nem usados)
Restos de químicos (em pó; não preparados) para revelação preto e branco
Medidor de plástico com capacidade para 600ml com balança digital
2 termômetros de cozinha (necessários para o processo C-41)

Acompanha um container de plástico semi transparente usado para guardar tudo isso.
Os químicos já preparados provavelmente já perderam boa parte da eficácia.
Os químicos e o tambor foram comprados na FreeStyle Photo (EUA).

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Estante Etna Cobi quadrada vazada mdf branca



Preço nova: R$1.200,00
Preço aqui: R$600,00

*** Disponível para retirada imediata ***

Vendo estante Etna comprada a cerca de 5 anos.
Largura: 140cm
Altura: 172cm
Profundidade: 39cm
Pés de plásticos para facilitar ser arrastada.
Pode ser desmontada e montada com facilidade. Mas ela pode ser transportada montada e, inclusive, cabe no elevador aqui do meu condomínio.

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Mesa Saarinen redonda com tampo mármore carrara 120cm (diametro)



Preço nova sem o vidro de proteção: R$2.500,00
Preço aqui com o vidro de proteção: R$1.500,00

*** Disponível para retirada imediata ***

Vendo mesa saarinen feita sob encomenda na Agnes Designer comprada a cerca de 4 anos.
Diâmetro: 120cm (cabem 4 cadeiras confortavelmente e 6 cadeiras apertando+)
Altura: 77cm
Base: Branca em metal e fibra de vidro com pintura automotiva
Tampo: Mármore carrara + vidro de proteção (apoio em mdf branco)

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Geladeira Brastemp FrostFree branca 440 litros 220V



Preço se fosse nova: cerca de R$2.000,00
Preço aqui: R$900,00

Vendo geladeira Brastemp FrostFree branca de 440 litros comprada a cerca de 10 anos.
Modelo: BRM44E
Número de série: BRM44EBBNA00 JH5601196
Tamanho interno: 440 litros
Voltagem: 220V
Largura: 71cm
Altura: 173cm
Profundidade: 77cm

Geladeira nunca deu problema e está em perfeito estado de funcionamento. Possui pequenos arranhões e marcas de uso quase imperceptíveis.

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Fogão inox Consul Facilite 4 bocas



Preço se fosse novo: cerca de R$500,00
Preço aqui: R$400,00

Vendo fogão inox Consul Facilite 4 bocas comprado a cerca de 5 anos.
Acendimento: Elétrico
Voltagem: 220V
Altura com pés: 88cm
Altura sem pés: 77cm
Largura: 50cm
Profundidade: 52cm
Forno: 150 a 290ºC
Timer analógico
Sensor preaquecimento

Fogão nunca deu problema e está em perfeito estado de funcionamento.

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Ventilador Mondial coluna branco   *** VENDIDO ***



Preço novo: R$130,00
Preço aqui: R$50,00

Vendo ventilador Mondial tipo coluna branco com 3 velocidades e controle de rotação comprado a cerca de 2 anos.
Voltagem: 220V
Modelo: 40cm
Hélice de 6 pás

Ventilador nunca deu problema e está em perfeito estado de funcionamento.

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Cama para colchão queen com 6 gavetas mdf branco   *** VENDIDO ***



Preço nova: R$2.000,00
Preço aqui: R$500,00

Vendo cama para colchão queen feita sob encomenda a cerca de 7 anos.
Largura: 170cm
Altura: 35cm (sem colchão)
Profundidade: 205cm
Pés metálicos
Sem cabeceira
100% em mdf
Parafusada
Projeto inteligente, aproveita o espaço

Gavetas (cada):
Largura: 64cm
Altura: 30cm
Profundidade: 79cm
Rodinhas de silicone embutidas

As gavetas possuem amplo espaço e são úteis para guardar roupa de cama e banho, sapatos, ferramentas etc. Duas das gavetas não possuem fundo para poderem ser usadas com o lado aberto para fora (para guardar livros, revistas etc).
Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Cômoda 5 gavetas mdf branco com rodinhas embutidas



Preço nova: R$500,00
Preço aqui: R$100,00

Vendo cômoda de 5 gavetas feita sob encomenda a cerca de 7 anos.
Largura: 65cm
Altura: 99cm
Profundidade: 52cm
Rodinhas de silicone embutidas com travamento

A cômoda está em perfeito estado de conservação. O único detalhes são dois furos na lateral direita, quase imperceptíveis, que usei para fixar uma régua de energia.

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Torneira bica alta Perflex cromada de sobrepor com registro de 1/4 

 

Preço nova: R$200,00
Preço aqui: R$100,00

Vendo torneira bica alta Perflex com registro de 1/4 comprada a cerca de 4 anos.
Altura: 36cm
Bica alta (ótima para lavar louças)
Acompanha filtro de torneira de brinde (com arejador)

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Varal roupa em alumínio fixação parede varetas individuais



Preço novo: R$280,00
Preço aqui: R$120,00

Vendo varal de roupa em alumínio para fixação em parede comprado a cerca de 5 anos. As varetas também são de alumínio e descem individualmente.
Largura: 130cm
Profundidade: 50cm
Quantidade de varetas: 6 varetas de 129cm
Fixação: parede (necessário altura de pelo menos 14cm)
Acompanha suporte para fixação das varetas e haste com ganho para puxar as varetas (útil se o varol for instalado em local muito alto).

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Mesa dobrável mdf branca   *** VENDIDO ***



Preço novo: R$150,00
Preço aqui: R$50,00

Vendo mesa dobrável em mdf branca comprada a cerca de 4 anos.
Largura: 90cm
Profundidade: 45cm
Dobrável

Útil para servir de apoio na cozinha e depois dobrar quando não estiver mais utilizando.

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.



Armário pequeno mdf branco com porta colorida 44x47x35 (LxAxP)   *** VENDIDO ***




Preço novo: R$200,00
Preço aqui: R$80,00

Vendo armário pequeno em mdf branco, com porta colorida, adquirido na Westwing a cerca de 3 anos. Pode ser utilizado como criado mudo, ou na sala, como móvel auxiliar em qualquer ambiente.

Largura: 44cm
Altura: 47cm
Profundidade: 35cm
Altura com pés: 69cm

Preço para retirada em Brasília, Guará II.

Não aceito trocas.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Como passar em concursos públicos

Recentemente eu me vi em uma situação interessante. Uma pessoa da família começou a estudar para um concurso público. O interessante é que eu passei a ver de perto o que, acredito, seja o comportamento da grande maioria das pessoas que estuda para passar em algum concurso público. Essa observação me fez entender melhor porque a grande maioria das pessoas não tem a menor chance de passar em um concurso. O problema é que as pessoas querem uma receita mágica para passar em concursos, e daí saem a procura de um método que prometa resultados mágicos.

Cuidado com métodos que prometem resultados milagrosos

Sempre discordei daquelas pessoas que se auto denominam especialistas em concursos. Essas pessoas escrevem livros, blogs, ou postam vídeos no YouTube defendendo métodos de estudo que elas mesmo inventaram. Muitos parecem até interessantes. O problema é que esses métodos não possuem nenhum respaldo científico. São métodos que, às vezes, deram certo para essas pessoas. Às vezes nem isso. Às vezes são apenas uma racionalização de algo que essas pessoas acreditam terem ajudado elas a passar no concurso.

Esses métodos seriam inofensivos se não fossem duas coisas muito simples: você vai gastar tempo para aprendê-los e muito provavelmente eles vão desviar o seu foco do que é mais importante, o conteúdo. É o domínio do conteúdo, não de um método de aprendizado milagroso qualquer, que vai fazer você passar em um concurso. Mas daí você talvez diga que o método vai ajudá-lo a conseguir dominar o conteúdo. Talvez. Você vai arriscar e diminuir ainda mais suas chances de passar?

Existe um método consagrado?

Há anos que a humanidade utiliza um método de estudo consagrado. Foi graças a esse método que a humanidade chegou aonde estamos hoje. Esse método é tão natural que todo mundo utiliza ele desde criança e nem se apercebe disso. Trata-se de um método muito simples: ler ou escutar um conteúdo e refletir sobre ele.

Por isso, aqui vai uma dica de quem passou em diversos concursos públicos: não confie em dicas de quem passou em diversos concursos públicos. Confie no método que você conhece e que sempre deu certo no seu caso e de bilhões de outras pessoas. E esse método, muito provavelmente, consiste tão somente em ler e refletir.

O que é mais importante?

Vencer o conteúdo de um edital de concurso público é muito mais importante do que qualquer método. Inclusive, vencer o conteúdo é muito mais importante do que fazer exercícios de provas anteriores. É claro que, se você tem tempo, faça exercícios. Eles vão te ajudar a fixar o que você já estudou. Mas entenda que se você não tiver estudado aquele conteúdo, não há nada para fixar. Leia, reflita, anote os pontos que não lhe parecerem muito lógicos. Faça exercícios se tiver tempo. Mas acima de tudo, leia. E leia com atenção. Leia sabendo que aquela informação é importante. Leia rápido aquilo que parecer mais lógico, e leia devagar aquilo que não parecer tão lógico assim.

Conclusão

A grande maioria das pessoas não tem a menor chance de passar em um concurso porque elas não leem. Não porque elas deixaram de usar esse ou aquele método. Aliás, prova de concurso público é 50% interpretação de texto. E quanto mais você ler, mais vai desenvolver a sua capacidade de interpretação. Vai conseguir ler e entender mais rápido. Vai ter mais tempo para vencer o conteúdo. Vai conseguir responder às questões mais rapidamente. Vai conseguir responder a todas as questões. Vai ter mais facilidade para escrever a redação, se for o caso.

E para aqueles que fazem questão de um método aqui vai. Escolha um tópico do edital. Leia algo sobre aquele assunto até sua mente cansar. Depois passe para outro assunto e faça o mesmo. Depois de vencer 100% do conteúdo do edital, se sobrar tempo, faça exercícios de provas anteriores. Isso vai te ajudar a recapitular o conteúdo. Se errou alguma questão por um motivo obscuro, revise aquele conteúdo. Simples assim.

Boa prova!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Minha "teoria" sobre intolerância à lactose

Profissionais de especialidades diferentes têm visões diferentes sobre a intolerância à lactose. E pessoas que enfrentam esse problema não querem conviver com ele. Querem, isso sim, revertê-lo.

Quando os sintomas começaram a me incomodar, procurei um médico gastro. Do ponto de vista dele, minha intolerância se resumia a meu corpo não produzir mais a enzima lactase. Simples assim. Para ele, eu tinha que me abster totalmente de alimentos com lactose, por pelo menos 3 meses, para que meu corpo se curasse de uma inflamação causada pelo aumento de bactérias que se alimentava da lactose não digerida. Em nenhum momento ele levantou a possibilidade de analisar as causas disso tudo e do porque de eu ter desenvolvido os sintomas em menos de um ano. Isso me incomodou, já que a maioria das pessoas que conheço não tem intolerância a lactose ou, se tem, não apresenta os sintomas. Intolerância à lactose, na minha opinião, não é algo normal como dizem os médicos.

Os nutricionistas, por sua vez, tampouco estão preocupados em entender as causas. Já foram logo se encarregando de me passar uma dieta substituindo os alimentos com lactose por outros. Simples assim. Analisar as causas nem pensar.

Outros especialistas analisaram aspectos diferentes, mas nunca demonstraram a menor preocupação com a causa. O discurso era sempre o mesmo: o ser humano não foi feito para consumir leite animal. Me recuso a acreditar nisso, pois o leite animal sempre fez parte da alimentação da humanidade.

Eu trabalho com tecnologia. Fui programador por muitos anos. Por isso, sempre procurei tentar ver a lógica por trás das coisas. Para mim, que se alimentou com produtos à base de leite a vida toda, não fazia sentido ter uma intolerância à lactose que se desenvolveu em menos de um ano para um ponto em que era impossível comer algo com lactose sem ter uma diarreia. Eu procurava sempre a lógica por trás disso. E acho que encontrei.

Curiosamente, desenvolvi a intolerância justamente após me casar. Nessa época, por conta das mudanças na rotina e também por começar a viver com outra pessoa, mudei diversos hábitos, especialmente os alimentares. Daí comecei a imaginar que minha intolerância tinha a ver com essas mudanças. Comecei a observar um padrão similar em outros amigos recém casados e, claro, comecei a fazer perguntas sobre os hábitos alimentares deles. 

Depois de analisar tudo, levanto as seguintes hipóteses de causas da intolerância à lactose (podendo ser uma ou a combinação de várias):
  • Trocar a água mineral (garrafões) por água filtrada (especialmente se o filtro for pequeno, geralmente de torneira). Sou leigo, mas imagino que o cloro da água que vem da torneira esteja prejudicando a flora intestinal. Inclusive, quando viajo, praticamente só bebo água mineral, e curiosamente os sintomas da intolerância são suspensos (ocorre o mesmo com outros amigos).
  • Comer queijo do tipo brie regularmente. O queijo do tipo brie, especialmente daqueles que vendem aqui no Brasil, é "pulverizado" com uma camada de fungos (aquela parte branca). Minha suspeita é que esses fungos são antibióticos e destroem a flora intestinal, colonizando ela com fungos, daí as bactérias nunca voltam. Curiosamente, os fungos utilizados no queijo do tipo brie são os mesmos utilizados na fabricação de penicilina.
  • Beber vinho regularmente. Esse foi mais um padrão observado em todos os casos. Tanto eu como meus outros amigos com o mesmo problema aumentaram muito o consumo de vinho logo antes de apresentar os sintomas. Sabe-se que a grande maioria dos vinhos contém conservantes. Minha suspeita é que esses conservantes também são responsáveis por destruir a flora intestinal.

Conclusão

Longe de querer encontrar a cura para a intolerância à lactose, minha intenção aqui é apenas levantar hipóteses de causas. Acredito que uma boa digestão depende muito da nossa flora intestinal. Sem ela, realmente não vamos conseguir digerir tudo. Além disso, é a flora intestinal que mantém a população de fungos e outras coisas sob controle. Sem ela, os fungos se proliferam, liberando toxinas e causando a inflamação das paredes do intestino que, por sua vez, para de produzir as enzimas na quantidade necessária para uma boa digestão.

Com essas hipóteses em mente, minha meta agora é cuidar bastante da minha flora intestinal. Minha dieta agora vai incluir mais alimentos pró-bióticos e menos vinho e menos outros alimentos antibióticos.

E você? Tem alguma teoria?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Compro Suzuki Jimny ano 2014 ou 2015 (pago a vista)

Procuro para comprar um Suzuki Jimny usado ano 2014 ou 2015. O carro precisa estar em Brasília, ter no máximo 40.000km, e ser preferencialmente branco, azul ou verde limão. Dependendo das condições do veículo e modelo, pago à vista 50 mil se 2015, e 48 mil se 2014. O preço está um pouco abaixo da Tabela Fipe, mas estamos em plena crise financeira, um novo modelo será lançado em breve (o que desvaloriza o atual) e o risco é grande de a Suzuki abandonar o Brasil. Interessados em vender podem postar email em comentário abaixo.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Emagrecer só depende de você


Se você engordou por causa de algum problema de saúde, seja hormonal seja o que for, procure um médico. Mas talvez seja o problema seja seu estilo de vida. Como assim? Continue lendo.

É chocante a quantidade de pessoas que gasta dinheiro à toa para emagrecer. 

Por exemplo, muitos vão ao nutricionista só para ouvir aquilo que elas já estão cansadas de saber: Corta o açúcar, diminua os carboidratos etc. Não sou contra os nutricionistas. Muito pelo contrário. O problema é que a grande maioria das pessoas já sabe o básico, mas nem isso consegue fazer. Se você não consegue cortar o açúcar da sua alimentação, acha mesmo que vai conseguir seguir uma dieta? Para que, então, gastar dinheiro com nutricionista, se nem o básico você tentou?

Outra coisa tem a ver com exercícios físicos. O que adianta pagar uma academia, se você não tem coragem nem de usar as escadas para chegar ao seu apartamento? Ou, quem sabe, estacionar o seu carro um pouquinho mais longe para fazer uma caminhadinha até o trabalho? Se nem isso você consegue fazer, acha mesmo que vai ter disciplina para frequentar uma academia? Aliás, tem coisa mais contraditória do que pegar o elevador, ou o carro, para ir até a academia? Ou você é daqueles que quer emagrecer mas não tem coragem sequer de ir até a padaria andando?

Emagrecer, para alguns, pode ser uma questão de estilo de vida. Comece pelo básico que está ao seu alcance. Não custa nada, e só depende de você.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Pare de se lamentar, veja onde a crise vai parar e se prepare para isso

Há cerca de 8 meses atrás publiquei um artigo "avisando" que uma grande crise econômica estava chegando. Apesar de na época muita gente achar que o texto era excessivamente pessimista, diversos outros blogs já vinham escrevendo sobre isso há muito mais tempo do que eu. Então o assunto não era novidade para ninguém. "Avisando" foi só uma figura de linguagem. Mas a ideia do artigo foi somar mais um aviso e ajudar as pessoas a se prepararem para a crise, ou pelo menos tomarem consciência dela.

Oito meses se passaram, e agora ninguém tem mais dúvidas quanto à crise. O Tesouro Nacional está falido. O fundo da Previdência Social está quebrado. A inflação só aumenta. E a economia vai de mal a pior. Mas isso é só o começo. Precisamos parar para pensar sobre onde essa crise vai parar. No outro artigo, meu foco foi preparar as pessoas para perderem seu emprego. Mas e o resto? O que vai acontecer com o nosso estilo de vida? É sobre isso que vou escrever agora.

Não é preciso muita imaginação, nem conhecimento econômico, para prever o que vai acontecer nos próximos meses. Basta ter um pouco de memória e lembrar como era a vida nas décadas de 80 e 90. Aliás, a ideia é justamente voltar no tempo, no pleno sentido dessa expressão. Em uma crise como a que nós estamos vivendo, a palavra chave é retrocesso. E retrocesso econômico gera todo tipo de retrocesso, inclusive tecnológico. Prepare-se para uma volta no tempo. Prepare-se para perder acesso a coisas que hoje parecem normais. Vamos falar sobre algumas delas.

Viagens de avião

Antigamente, viajar de avião era coisa de gente rica, classe alta. Classe média viajava mesmo era de ônibus. Lembro que meu pai só viajava de avião quando se tratava de uma viagem a trabalho paga pela empresa. Fora isso, qualquer viagem era feita de ônibus ou de carro. É justamente isso que vai acontecer. Viajar para São Paulo pagando até 300 reais? Nem pensar. Os principais insumos da aviação civil são precificados em dólar. Então se prepare para passagens aéreas a partir de 1000 reais o trecho. Promoções serão raras! Aliás, estão fazendo muitas promoções agora simplesmente para preencher voos já comprometidos. Mas diversos trechos já estão sendo cancelados por falta de demanda. O efeito é multiplicador, ou seja, uma "bola de neve". Funciona mais ou menos assim. O preço aumenta um pouco e a demanda cai um pouco. Como a demanda cai, diminui o ganho de escala da empresa de aviação. Diminuindo o ganho de escala, a empresa precisa aumentar um pouco mais o preço. E aí o ciclo se repete até a crise se agravar de vez e apenas os ricos conseguirem comprar uma passagem: Justamente como era nas décadas de 80 e 90! Classe média viajando para o exterior? Só em sonho mesmo.

Oferta e variedade de produtos

Hoje quando você vai ao supermercado comprar açúcar, pode se dar ao "luxo" de escolher uma dentre várias marcas e opções. Mas não era assim há 20 anos atrás. Haviam 2 ou 3 opções no máximo. Isso vai ocorrer em vários segmentos. 

Um deles será o de automóveis. Não estou dizendo que só vai sobrar Volks, Fiat, Ford e GM. As outras vão continuar existindo mas, como era há 20 anos, só vão estar acessíveis a quem realmente for rico. Classe média vai ter que se contentar novamente com carros do nível do Gol e Palio.

Algo que vai encarecer bastante também são os produtos de informática em geral, incluindo aí smartphones, computadores, notebooks, televisores e câmeras fotográficas. Há 20 anos atrás não era fácil ter esses equipamentos em casa. Havia até consórcios para esse tipo de produto. Muita gente tinha computador, por exemplo, mas era um bem que pesava bastante no orçamento. Isso já está acontecendo. Notebooks razoáveis por 2 mil reais ou menos? Esqueça!

Telefonia e internet

Nesse caso, não acho que vai ocorrer uma retração a ponto de voltarmos para a conexão discada, como acontecia na década de 90. Mas a telefonia e internet no Brasil vão estagnar e, comparadas com o resto do mundo, a nossa sensação vai sim ser como se estivéssemos novamente utilizando uma conexão discada. A infraestrutura de telecomunicações vai ficar sucateada com o tempo, devido ao alto custo de manutenção e demanda estagnada. Então se prepare para constantes quedas e indisponibilidades no serviço. A qualidade vai piorar.

Saúde

A saúde hoje está longe do ideal. Mas há 20 anos atrás quem não tinha plano de saúde simplesmente morria. O tempo foi passando e os planos de saúde se tornaram cada vez mais populares. Ao mesmo tempo, a saúde pública também melhorou um pouco. Com a falência do Governo, a tendência é o sucateamento dos hospitais. UTIs e centros cirúrgicos vão fechar e virar novamente coisa de gente rica.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

O que uma impressora portátil tem que ter?

Trak Concept

Eu não consigo entender esses fabricantes. Ou eles acham que os consumidores são idiotas, ou os idiotas somos nós consumidores que compramos porcaria. Vamos analisar, por exemplo, as funcionalidades que uma impressora portátil deveria ter.

Primeiro, para ser considerada portátil, ela deve ser leve e o menor possível. Mas não é só isso. Para ser realmente portátil, deve ser possível utilizá-la sem cabos. E isso significa que ela deve ter uma bateria, por menor que seja e wi-fi. Aliás, várias impressoras mais novas, mesmo as não portáteis, já oferecem wi-fi, então não dá para aceitar uma impressora portátil sem isso. Até os celulares mais baratos hoje em dia oferecem wi-fi.

Curiosamente, nenhuma impressora portátil atualmente oferecida no mercado apresenta essas características. A HP, por exemplo, oferece a Officejet 100 Mobile. De "mobile" ela só tem o nome. Sem falar que é um produto caríssimo. Ela custa R$1.200,00 , ao passo que que é possível encontrar multifuncionais por menos de R$300,00. Ridículo!

A Epson oferece um produto com todas essas características, mas não está disponível no Brasil e, mesmo lá fora, é difícil de encontrar. Na Amazon, por exemplo, existe apenas um produto listado.

Realmente não consigo entender esses fabricantes.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Lojas de veículos usados reclamam da crise, mas baixar os preços que é bom... jamais!

Qual é o preço justo de um veículo usado?

Acho engraçado a "choradeira" das lojas de usados [e também dos particulares que não estão conseguindo revender seus veículos usados]. Reclamam da crise, que nunca tiveram um semestre tão ruim, mas baixar os preços que é bom... jamais! Preferem não vender, não movimentar o mercado, do que parar de especular e vender o carro no preço justo. Mas a questão é: O quê exatamente é um preço justo?

Os brasileiros em geral infelizmente não sabem o que é um preço justo de um carro (isso vale para bens usados em geral). Ainda vivem uma espécie de fantasia na qual carro é investimento, enquanto que no resto do mundo carro é simplesmente um bem de consumo que você compra, usa e "joga fora", ou vende bem baratinho como qualquer outro bem de consumo. Mas não! Os brasileiros preferem encarar um carro como investimento e até se endividam horrores achando que estão investindo em algo que vão resgatar no futuro. Ledo engano. Um pensamento equivocado que remonta ao tempo em que linha telefônica era um investimento de luxo.

A única coisa certa que vai acontecer com um carro zero depois que você tirar ele da loja é desvalorizar. Ah, mas você pagou caro no carro e por isso quer vender ele, depois de usado, caro também? Problema seu. A desvalorização de um carro funciona assim. No primeiro ano desvaloriza 20% e nos anos seguintes 10%. Porque isso? Bom, esses 20% de desvalorização no primeiro ano representam justamente aquilo que na verdade não deveria ter valor algum: o luxo e a vaidade de comprar um carro zero com cheirinho de novo, e a ilusão de que a garantia de fábrica do carro vale o "investimento" a mais. Os outros 10% de desvalorização anuais são a depreciação normal do bem que acomete quase todos os bens de consumo que existem: Representam o desgaste natural das peças, a desatualização tecnológica e assim por diante. Então, ao final de 5 anos de uso, um carro vai valer apenas cerca de 52% do seu valor de novo. Então se você  comprou um carro zero a 5 anos atrás por R$100.000,00, deveria vender ele hoje pelo preço justo de R$52.488,00 -- nem um centavo a mais!

Resolvi escrever este post porque acabei de reencontrar uma amigo que está há quase 1 ano tentando vender um BMW que custa zero R$130.000,00, mas já tinha cerca de 5 anos de uso. Há quase 1 ano atrás, ele estava pedindo R$85.000,00. 'Oh, uma diferença de R$45.000,00' você talvez pense, um ótimo negócio... Só que não! Só uma pessoa mal informada compraria esse carro por esse preço. Melhor seria comprar um zero do que investir R$85.000,00 em um BMW com 5 anos. Perguntei a ele quanto que ele estava pedindo agora e ele disse que havia baixado para R$67.000,00 e ainda não tinha vendido. Fiz um cálculo de cabeça e disse a ele que o preço agora não estava tão ruim quanto antes, mas que ele só ia vender rápido quando chegasse em R$62.000,00. Este seria o preço justo. Qualquer preço acima disso não seria um bom negócio e dependeria, como já disse, de uma pessoa mal informada para comprar. É claro que ele só faltou me bater, mas essa é a realidade dos bens de consumo. Se ele prefere se iludir e achar que carro é investimento, o problema é dele.

Na semana passada comprei um carro com 4 anos de uso que zero custou R$75.000,00. Paguei R$43.000,00, um ótimo negócio, pois o preço justo dele era R$43.740,00. Aliás, era mais ou menos esse o preço na Tabela FIPE, mas foi difícil encontrar esse carro por menos de R$45.000,00. A ilusão dos proprietários e vendedores é tão grande que nem a Tabela FIPE consegue convencê-los (mas em alguns casos ela não é confiável). Não vou nem desejar boa sorte a eles, pois acho isso um absurdo. Atitudes como essas só servem para inflacionar o mercado, inclusive de carros zeros. Se mais pessoas vendessem seus usados por preços mais coerentes com a realidade dos bens de consumo, quem sabe até os novos também baixariam de preço, como ocorre em outros mercados. A culpa dos preços altos de carros aqui no Brasil é em grande parte das próprias montadoras e revendedoras, e tudo o que eles sabem fazer é colocar a culpa nos impostos e chorar pela redução do IPI que, afinal, nunca nem será plenamente repassado para os consumidores. Mas os compradores também precisam mudar de mentalidade e começar a boicotar os preços dos zeros. Os usados vão continuar desvalorizando os mesmos percentuais de sempre, mas a perda em termos absolutos vai ser menor.

Inflação no Brasil

Sempre que falamos em preços acabamos entrando no debate de porque o fantasma da inflação vive assombrando o nosso mercado. Na verdade não é fantasma coisa nenhuma, pois a inflação é algo real aqui no Brasil. Diversas pesquisas já demonstraram quais são as causas de inflação. Algumas causas são inerentemente econômicas, outras não. É justamente o caso do Brasil, acredito. Aqui, a inflação não é simplesmente culpa do excesso de dinheiro no mercado. Então, não adianta quase nada ficar aumentando a taxa de juros, como o Governo tem feito. Aqui no Brasil, diferentemente de outros países, aumentar a taxa de juros só gera retração. O problema da inflação no Brasil é outro. Aqui a inflação ocorre por razões comportamentais e culturais.

Desde o descobrimento do Brasil que existe uma forte tendência de "comodismo" entre os brasileiros. O nosso legado cultural é ganhar mais com o mínimo de esforço possível. Mas o que isso tem a ver com a inflação? Simples. Basta entender um pouquinho de economia. Quando a demanda de um dado produto sobe, e a oferta se mantém constante, os preços também tendem a subir. E é justamente isso o que ocorre no Brasil. O empresário típico do Brasil aumenta os preços sempre que percebe um aumento na demanda. Isso porque a nossa tendência é o comodismo. Não queremos trabalhar mais, então se a demanda está aumentando, vamos aumentar os preços para manter a oferta e não precisarmos trabalhar mais. Em outros países não é assim que funciona. Ao menor sinal de aumento da demanda, os empresários investem no crescimento e aumentam também a oferta do produto. Isso ajuda a manter os preços sob controle e ainda promove o crescimento econômico. Aqui no Brasil, infelizmente, isso não ocorre. Aqui o que vale é a lei do menor esforço.

Aí os preços tendem a subir. O Governo vai e aumenta os juros. Sobra ainda menos dinheiro no mercado para empresários investirem em aumento da produção. Daí a oferta cai mais ainda. Os preços sobem ainda mais. E assim continua o ciclo vicioso. E o Governo se ilude achando que está controlando a inflação. Tirar dinheiro do crédito aos consumidores não tem muito impacto na demanda, pois no Brasil o consumo gira muito em torno de itens essenciais. Então o brasileiro continua comprando, mesmo com os preços altos. O aumento na taxa de juros só provoca mais inflação. E assim as coisas vão piorando cada vez mais.